Você já conhece a biografia de Dilma?

terça-feira, 16 de março de 2010

Servidores da Saúde fazem manifestação em SP

Eles reivindicam melhorias no trabalho e benefícios.
Manifestação foi encerrada na Bela Vista.


Um grupo de servidores da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo promoveu nesta sexta-feira (5) uma passeata para pedir melhores condições salariais e de trabalho. O protesto terminou no início da tarde, por volta de 14h, e os funcionários decidiram continuar mobilizados, o que indica, segundo a assessoria do SindSaúde-SP, estado de greve. Mas eles não vão parar de trabalhar.

A concentração foi em frente à Secretaria de Estado da Saúde, junto ao Metrô Clínicas, na Zona Oeste. Dali, o grupo partiu em direção à Avenida Paulista e encerrou o protesto na Rua Bela Cintra, na Bela Vista, em frente ao prédio da Secretaria de Gestão Pública. De acordo com o sindicato, um assessor da pasta foi quem recebeu os manifestantes.

O número de pessoas que participou do protesto divergiu. Enquanto a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), cuja sede fica na Bela Cintra, contabilizou 300 pessoas, a Polícia Militar informou que apenas 60 estavam na passeata. Por volta de 14h, a CET disse que havia 2 km de lentidão na Avenida Paulista, sentido Consolação, em função do ato.



Na pauta



De acordo com o sindicato, os servidores da saúde protestaram contra o congelamento e a ameaça de corte do adicional de insalubridade e pedem aumento de R$ 4 para R$ 14 no valor do vale-refeição.



Querem ainda o fim das terceirizações, que alegam ter piorado as condições de trabalho na saúde pública e o atendimento ao usuário do Sistema Único de Saúde. Os delegados sindicais de base do SindSaúde-SP também dizem ter aprovado 40% de reposição das perdas salariais.

Vermelho: não deixe o Serra fazer com a Dilma o que fez com a Roseana

O Conversa Afiada publica e-mail do amigo navegante Paulo Cesar.

É bom lembrar que, com a ajuda da Polícia Federal de Fernando Henrique; de Marcelo Lunus Itagiba – o herói da CPI dos Amigos de Dantas; do PiG (*), especialmente da revista Época, das Organizações (?) Globo; e de um sereno procurador do Ministério Público Federal (cadê ele ?), Zé Alagão desconstruiu a candidatura de Roseana Sarney, a única que, naquela altura, poderia derrotar Lula.

Zé Alagão valeu-se, como sempre do PiG (*).

Como diz Ciro Gomes, hoje na Folha (**) da provincia de São Paulo, página A8:

“O Serra erra menos porque é protegido pela grande mídia”.

Uma vez, perguntei a um governador do PMDB: com que o Serra seria candidato a presidente? Com a imprensa, ele respondeu.

Como diz o Conversa Afiada: sem o PiG (*), esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende.

Ou, como disse o Ciro, numa sabatina na Folha (**), o Serra não tem escrúpulos; se for preciso, passa com um trator por cima da mãe.

Paulo Henrique Amorim

Enviado em 15/03/2010 às 9:22

5 ações de guerra para garantirmos a vitória de Dilma.


São cinco as tarefas imediatas…
1) Cada cidadão deve estabelecer uma rede com um mínimo de 50 contatos e, por meio deles, distribuir as versões limpas dos fatos. Nesse grupo, não adianda incluir outros engajados. É preciso que essas mensagens sejam enviadas à Tia Gertrudes, ao dentista, ao dono da padaria, à cabeleireira, ao amigo peladeiro de fim de semana. Não o entupa de informação. Envie apenas o básico, de vez em quando, contextualizando os fatos.

2) Escreva diariamente nos espaços midiáticos públicos. É o caso das áreas de comentários da Folha, do Estadão, de O Globo e de Veja. Faça isso diariamente. Não precisa escrever muito. Seja claro, destaque o essencial da calúnia e da distorção. Proceda da mesma maneira nas comunidades virtuais, como Facebook e Orkut. Mas não adianta postar somente nas comunidades de política. Faça isso, sem alarde e fanatismo, nas comunidades de artes, comportamento, futebol, etc. Tome cuidado para não desagradar os outros participantes com seu proselitismo. Seja elegante e sutil.

3) Converse com as pessoas sobre a deturpação midiática. No ponto de ônibus, na padaria, na banca de jornal. Parta sempre de uma concordância com o interlocutor, validando suas queixas e motivos, para em seguida apresentar a outra versão dos fatos.

4) Em caso de matérias com graves deturpações, escreva diretamente para a redação do veículo, especialmente para o ombudsman e ouvidores. Repasse aos amigos sua bronca.

5) Se você escreve, um pouquinho que seja, crie um blog. É mais fácil do que você pensa. Cole lá as informações limpas colhidas em bons sites, como aqueles de Azenha, PHA,Grupo Beatrice, entre outros. Mesmo que pouca gente o leia, vai fazer volume nas indicações dos motores de busca, como o Google. Monte agora o seu.

A guerra começou. Não seja um desertor.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Serra vai ser candidato com o “Estado ativo”. Então, o FHC é o “passivo” ?

Zé Alagão se lança candidato na primeira página do Estadão da província de São Paulo.

Nada mais natural.

Ele é candidato de São Paulo e de mais ninguém.

E das forças que sustentam o Estadão (*).

A campanha começa bem: com um cacófato.

O homem do gerúndio – “São Paulo trabalhando por você” – agora se lança com a ajuda da cacofonia: ”Estado ativo”.

Não é o forte dele: expressar-se.

O que será o “Estado ativo” ?

Deve ser uma oposição ao Estado “passivo”.

“Passivo”, então, deve ser o Estado do Farol de Alexandria.

Lembre-se que desse Estado “passivo”, Zé Alagão foi o Grande Planejador, o ministro do Planejamento que passou o tempo a tramar a queda do Pedro Malan.

Ou ele não se lembra do que disse o Farol ?

Que ele, Zé Alagão foi o mais feroz defensor da venda da vale do Rio Doce a preço de banana ?

O “Estado ativo” deve ser a forma inteligente – clique aqui para ver como a mediocridade de Serra se expôs à televisão portuguesa – de o Zé Alagão jogar o Farol ao mar.

Ele, o “ativo”; o Farol, “passivo”.

Vamos aceitar os termos da dialética.

Quem vendeu a água da Sabesp ?

Quem pedagiou (ou seja, privatizou) as estradas, ruelas e pinguelas de São Paulo ?

Quem vendeu a catraca do metrô ?

Quem vendeu o Nossa Caixa ?

Quem ligou ao Naji Nahas – segundo os registros da Operação Satiagraha – para ele, Nahas e o “brilhante” Daniel Dantas venderem a Cesp ?

Quem ?

Foi o “passivo” ou o “ativo” ?

Mas, como diria o Dr Tancredo sobre outro paulista candidato a presidente, o Paulo Maluf: o Maluf é bom porque perde.

O Zé Pedágio é bom porque perde.

E continua a ser aquele velho economicista de guerra, que pensa que o Brasil congelou em 2002, à espera dele.

E que ainda se debate com as questões da Economia.

Logo ele, que não tem um diploma de Economia que sirva no Brasil, embora se tenha registrado na Justiça Eleitoral como “engenheiro” e “economista” e não seja um nem outro.

Pena que o Zé Alagão não se tenha lançado candidato com a bandeira da moralidade.

Clique aqui para ler “A pedidos – Maierovitch: Serra não deixou a Justiça apurar se ele é ladrão”.

Talvez porque aí não se sinta tão seguro.

Que bom.

Ele vai se enredar no debate da Economia.

Nos termos que o Farol impôs: “a questão do Estado” foi o tema do último artigo (inútil) do Farol no PiG (**).

Incapaz de formular uma ideia original, Serra vai atrás dele.

Atrás do Farol, inclusive para o anonimato.

Mino Carta prevê que, em outubro, Serra pedirá ao Belluzzo dois empregos: de professor na Facamp e no Palmeiras.

Paulo Henrique Amorim

(*) O Estadão fez uma bela reforma gráfica. A forma está ótima. O conteúdo é aquele lixo de sempre. Não presta para uma banca de jornal na Corrientes, em Buenos Aires. Mas, demonstra que a Folha da província de São Paulo não vai longe. Como dizia o “Seu Frias”, uma ponte de São Paulo, São Paulo não comporta dois jornais grandes …

(**)Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

A Educação Pede Socorro em São Paulo


Cerca de 40 mil professores da rede estadual de ensino, reunidos em assembléia ontem na capital paulista, decidiram dar continuidade à greve deflagrada no dia 5 de março. Numa manifestação de união da categoria, os professores fizeram passeata na Avenida Paulista, desmoralizando a versão propagada pelo governo Serra e setores da mídia de que a greve teria atingido apenas 1% dos professores. Ta aí a foto que não mente.

Mais do que uma reivindicação justa dos professores por reajuste salarial, o movimento reivindica um plano de carreira para a categoria, defende a dignidade do magistério e a qualidade na educação, que todos sabemos piora a cada ano no Estado de São Paulo. E o mais grave é a omissão da mídia na cobertura dos fatos, mostrando que temos um jornalismo de rabo preso e provinciano.

domingo, 14 de março de 2010

Kassab é a prova do dedo podre de Serra





A notícia da cassação do poste de Zé Alagão e da vice-prefeita de São Paulo merece duas considerações.

Primeiro, que os principais fornecedores do granoduto dos demotucanos de São Paulo são os suspeitos de sempre.

A indústria imobiliária e duas empreiteiras- figurinhas-carimbadas: a Camargo Corrêa, da Operação Castelo de Areia (*); e a OAS (ou “Obras do Amigo Serra”), que frequentou as páginas policiais na cratera do metrô e no desabamento da viga do Robanel dos Tunganos.

Portanto, não há o que estranhar.

A Justiça Eleitoral, que já tinha cassado vereadores paulistanos por causa das mesmas más companhias, nada mais fez do que voltar ao habitat natural dos demotucanos de São Paulo.

Uma espécie de hotel-boutique construído pela indústria imobiliária e as empreiteiras.

Outra consideração interessante é sobre a capacidade de o Zé Alagão formar equipes vencedoras.

Quando foi candidato a Presidente em 2002 – e levou a surra de 61 a 39% do Lula -, o primeiro vice que escolheu foi Henrique Eduardo Alves.

Trocou rapidinho, com a denúncia da ex-mulher de Alves: o candidato a vice-presidente da República lavava dinheiro.

Zé Alagão chamou uma deputada, Rita Camata, do numeroso colégio eleitoral do Espírito Santo.

Um gênio.

Agora, na natimorta campanha para presidente em 2010, o primeiro candidato a vice era o Arruda – com aquela frase inesquecível: vote num careca e leve dois – clique aqui para ver esse momento que Alexandre Maluf Garcia remeteu à História Republicana.

Agora se sabe que a Justiça Eleitoral considera corrupto o vice que ele levou para a Prefeitura de São Paulo.

Aquela mesma prefeitura que ele jurou governar até o fim do mandato, como disse, num debate, ao Boris CCasoy.

E tem mais.

Quando foi senador, o suplente de Zé Alagão era o empresário Pedro Piva.

Piva exerceu praticamente todo o mandato, porque Zé Alagão ajudou Fernando Henrique a planejar o governo catastrófico que levou o Brasil três vezes ao FMI, de joelhos.

O amigo navegante sabe o que Piva fez no Senado ?

O eleitor paulista que votou em Serra sabe o que Piva fez no Senado ?

Não sabe, porque não fez nada.

Serra é um dedo podre contumaz.

Por que será ?

É coincidência ?

Não.

É o resultado de uma personalidade insegura, sitiada pelos próprios fantasmas, provavelmente bi-polar, que tem medo de segundos fortes.

Ou porque é politicamente incapaz de formar alianças sólidas, de nomes de relevo.

Como disse o Oráculo de Delfos, que previu que Serra não será candidato a Presidente.

Serra é um dedo podre tão consistente que se fosse – fosse, porque não será – Presidente, nomearia o presidente da Sabesp presidente da Central Nuclear.

E provocaria um Alagão Nuclear.


Paulo Henrique Amorim

(*) O Superior Tribunal de Justiça congelou o trabalho do corajoso Juiz Fausto De Sanctis, que ia botar diretores da Camargo na cadeia. Da mesma forma que o Ministro Eros Grau congelou os documentos da Operação Satiagraha que envolvem até o pescoço o passador de bola apanhado no ato de passar bola, Daniel Dantas.